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Michael Jackson aparece cantando ao vivo!

quarta-feira, 28 de maio de 2014


E não é que Michael Jackson fez uma apresentação ao vivo no último Billboard Music Awards, realizado nesta semana?

Infelizmente, tudo foi fruto de um holograma incrível preparado pela produção do espetáculo. A música escolhida foi “Slave to the Rhythm”, canção do seu segundo álbum póstumo.

A tecnologia assusta às vezes. Veja o vídeo abaixo:

Pessoas que se tornaram bonecos

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Veja a lista das pessoas que abriram mão da aparência original, passaram por milhares de cirurgias e ficaram parecidas com bonecos...

Valeria Lukyanova, Ucrânia

Por que as letras no teclado não seguem a ordem alfabética?

terça-feira, 25 de março de 2014


Parece mentira, mas o teclado que usamos hoje - conhecido como QWERTY  - foi escolhido por tornar a digitação mais lenta. Isso aconteceu porque as primeiras máquinas, travavam quando a digitação era muito rápida...

Quando o impressor americano Christopher Latham Sholes  inventou a máquina de escrever, em 1868, tentou ordenar as letras em ordem alfabética - como acontece na segunda fileira, onde temos uma sequência quase completa: DFGHJKL. As mudanças de posição foram feitas para forçar o datilógrafo a bater as teclas numa velocidade adequada , sem embaralhar os tipos. Por isso, o E e o I, duas das letras mais frequentes na língua inglesa, foram retiradas da segunda fileira, a mais acessível. A letra A, outra das mais comuns, ficou designada ao dedo mínimo esquerdo , o menos hábil de todos.

Em 1932, depois de 20 anos de estudo, August Dvorak, também americano, criou o teclado que leva o seu nome, extremamente eficiente para língua inglesa: 3 000 palavras podem ser escritas com as letras da fileira principal e a mão direita é a mais usada. Alguns fabricantes chegaram a realizar competições entre os dois teclados para determinar qual era o melhor. Infelizmente, o datilógrafo que usou o QWERTY havia memorizado o teclado inteiro, enquanto o outro ainda catava milho. Por conta disso, o QWERTY acabou se tornando padrão industrial e assim permanece até hoje.

Por que as letras no teclado não seguem a ordem alfabética?


Parece mentira, mas o teclado que usamos hoje - conhecido como QWERTY  - foi escolhido por tornar a digitação mais lenta. Isso aconteceu porque as primeiras máquinas, travavam quando a digitação era muito rápida...

10 produtos que precisam ser produzidos

terça-feira, 18 de março de 2014

Hoje, pra inspirar vocês e aguçar um pouquinho a criatividade de cada um, separei 10 projetos que ainda não viraram produto, mas que definitivamente precisam ser lançados...

Este super secador de toalhas que deixa elas sequinhas com um jato de ar e ainda mata todas as bactéricas causadas pela umidade, com luz ultravioleta. É bem futurista, mas o futuro tá aí, né? Amanhã já é futuro.

Esse assim que lançar esse eu quero comprar, nem entendo porque ainda não tem pra vender! Tem coisa mais assustadora do que usar furador de papel? Eu vejo na agência, às vezes o pessoal se mata pra fazer um protótipo, dai vai lá e fira errado, com esse transparente todos os problemas se resolvem!

Essa é a melhor ideia de todos os tempos, porque esse aparelho serve pra juntar todo pó de giz que fica debaixo do quadro e prensar pra fazer um giz novo… Não conheço um professor que não queira comprar, até eu compraria.

Simples e inteligente! Essa caneca tem um discreto friso, que serve pra bebida que fica parada nas bordas não escorregar até a mesa e fazer aquela sujeira feia. Só deve ser chato lavar o friso, mas não dá pra ser perfeito, né?

Esse projeto é incrível, mas atende necessidades de um grupo bem específico de pessoas, as felizes que têm banheira em casa! Essas “pedras” são programadas para detectar a temperatura da água e mantê-la sempre estável, o que pra mim, realmente é o único grande problema da banheira.

Daí você olhando assim, parece que é um marca texto comum e sem graça, mas ao conhecer esse projeto no Quirky você descobre que a tinta dele se apaga 6 meses depois, o que é fantástico para quem gosta de fazer marcações em livros didáticos, já que dá pra passar pro coleguinha do próximo ano sem estragar o rendimento dele. 

Já imaginou não precisar comprar mil canaletas pra esconder os fios da sua casa? O designer Chen Ju Wei inventou essa extensão para cabos que imita uma fita adesiva, é colante e ultrafina, diz que dá pra colocar até debaixo do tapete. Ele mal sabe a falta que esse produto me faz!

Essa pra mim é a mais maluquete de coisas, porque sinceramente eu nem imagino como seria possível, mas a ideia é que essa impressora queime o papel na medida certa, ao invés de ser impresso com tintas comuns. 

Esse é pra galerinha do #partiu #academia #projetochaticeverão. Você pode ajustar o peso dos halteres ajustando o nível de energia elétrica de modo que um conjunto possa variar de 3kg a 24kg. O design é de Suhyun Yoo, Hongseok Kim e Juhyeon Lee e tem tudo pra virar sucesso nas academias, né? 

E aí, deu vontade de inventar alguma coisa?


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Que tal ter um robô gigante como ajudante diário?

domingo, 16 de março de 2014


Isso é o que mostra o vídeo abaixo. Assista:

Se algum tempo atrás cogitar a possibilidade de que cada pessoa tivesse seu computador pessoal, e ainda mais, pudessem levar um no bolso (smartphones), era sinônimo de loucura, hoje em dia é loucura viver sem um.

Pois bem, e talvez não seja uma utopia termos nossos robôs ajudantes no dia a dia, para nos ajudar, ao menos que seja, nas tarefas básicas. Espero que esse futuro chegue logo!

Abaixo, podemos ter uma leve noção do quão divertido isso seria. O vídeo tem o intuito de promover o game Titanfall.
Fonte: 108minutos

Homem vs. Máquina: quem é o melhor no tênis de mesa?

quinta-feira, 13 de março de 2014


O robô KR Agilus é capaz de derrotar Timo Boll, um dos melhores mesatenistas da atualidade? Assista à partida e descubra

A fabricante especializada em robótica KUKA promoveu no mês passado um estimulante comercial. Ao anunciar o robô KR Agilus, o “jogador de ping pong mais rápido e ágil do mundo”, a empresa desafiou ninguém menos que Timo Boll, jogador profissional do esporte (bicampeão da Copa do Mundo — 2002 e 2005 —, é considerado umd os melhores mesatenista da atualidade).

Juntamente com o teaser, a seguinte descrição foi publicada há um mês: “O robô incrivelmente rápido KUKA se depara com um dos melhores jogadores de tênis de mesa de todos os tempos. Quem tem a melhor técnica?”

Mas, afinal, quem venceria o aguardado duelo entre máquina e homem? O resultado da disputa foi divulgado nessa segunda-feira (10), e você o confere acima.

Pura publicidade
O vídeo publicado pela KUKA em seu canal oficial no YouTube possui mais de 2 milhões de visualizações (contagem esta feita até o momento de postagem desta notícia). E, como se pode naturalmente notar, o duelo não foi transmitido ao vivo ou sequer gravado em um take contínuo: recursos de edição foram usados aos montes pelos sagazes publicitários da empresa.
Acontece que tudo não passou de uma grande peça promocional – também no mês de anúncio deste curioso embate, a frase escrita pela KUKA como conclusão à descrição da futura partida foi esta: “O robô KR Agilus demosntra suas habilidades com a raquete de tênis de mesa – uma visão realista do que os robôs poderão ser capazes de fazer no futuro”.
Efeitos sonoros emocionantes, a aparente técnica invencível do KR Agilus, a criação de tensão e conseguinte reviravolta na "trama" são elementos que parecem ter saído de um roteiro hollywoodiano: acontece que, ao final das contas, o mocinho acaba vencendo.
Seja visto como fraude ou não, o vídeo publicado recentemente pela KUKA deixa claro, de fato, que os limites à robótica têm se alargado cada vez mais. Pelo placar de 11 a 9, Timo Boll "vence" a máquina toda articulada. “Não a melhor em tênis de mesa. Mas provavelmente a melhor em robótica”, lê-se ao final do vídeo.

VEJA O DUELO:

Fonte: TecMundo


Você não precisa mais contar quantos ovos tem na geladeira


Já pensou em baixar um aplicativo que sincroniza com a bandeja de ovos e passa a lhe enviar notificações sempre quando a quantidade estiver baixa?

Digo que isso é possível sim com o Egg Minder que custa $49,99, um avisador de quantos ovos você ainda tem na geladeira.

 Assista abaixo e veja como funciona o avisador de Ovos:

Fonte: ClickMobile

Qual é a resolução do olho humano?


Se pudéssemos medir a capacidade do olho humano em megapixels, quanto seria esse valor? Já parou pra pensar nisso?

As câmeras mais avançadas no mercado conseguem uma resolução de até 41 Megapixels. É um número que parece ser poderoso, quando comparado a algumas das câmeras de celular (que tem um sensor de 8 MP). Mas, quando o assunto é olho humano, a resolução que nosso sistema óptico natural captaria seria da ordem de 576 MP.

Entretanto, dar um valor numérico para a capacidade dos nossos olhos é muito simplista. Nosso sistema de visão trabalha de uma maneira diferente e complexa quando comparado aos sensores de uma câmera digital.

Você pode conferir mais informações no vídeo abaixo, apresentado pelo canal Vsauce.

Fonte: Blogs Pop Tech

Cientista russo fotografa alma deixando o corpo


A alegada altura em que o lado astral desencarna, ou seja a exata altura em que o espírito deixa o corpo, foi capturada pelo cientista russo Konstantin Korotov, que fotografou e analisou uma pessoa neste momento com uma câmara bio-elétrica.


A imagem foi obtida monitorizando as descargas de gases visualmente, usando um método avançado de fotografia de Kirlian, mostrando em azul a força vital do corpo deixando-o gradualmente.

De acordo com Korotov, o umbigo e a cabeça são os pontos que perdem força vital em primeiro lugar e as virilhas e o coração são as últimas áreas a perder essa mesma força, antes que todo o espírito parta na direção do infinito desconhecido. Korotov analisou ainda casos de morte violenta ou inesperada e pôde demonstrar que nestes casos existe uma espécie de ‘confusão’ e que esta força vital, energia ou alma costuma voltar ao corpo algumas vezes durante os dias que se seguem à morte, o que se pode dever a excessos energéticos segundo o assistente de Korotov.

A técnica desenvolvida por Korotov, director do ‘Research Institute of Physical Culture’ em São Petersburgo, é considerada e usada como uma tecnologia médica pelo Ministério da Saúde da Rússia que possui mais de 300 médicos no mundo a investigar momentos de stress, monitorando os progressos de pessoas com doenças terminais. Korotov afirma que a sua técnica de imagiologia energética pode ainda ser usada para diagnosticar todo o tipo de desequilíbrios biofísicos em tempo real e até mostrar se alguém tem poderes psíquicos ou é uma fraude.
Esta técnica, que mede em tempo real as radiações emitidas pelo espectro eletromagnético do corpo humano, e não só, é bem mais avançada que a versão desenvolvida para a aura por Semyon Kirlian. As observações da equipe de Korotov confirmam, tal como anteriormente afirmado por Kirili, que “a luz eletro-fotônica estimulada à volta das pontas dos dedos de um humano contém informação coerente e extensa sobre essa mesma pessoa e o seu estado físico e psicológico.”

No vídeo abaixo (infelizmente apenas disponível em inglês sem legendas e dividido em 11 partes, que poderá acompanhar as restantes no Youtube), explica a técnica e foca pontos muitos importantes que esta ajudou a concluir, nomeadamente o fato de quanto mais tecnológicos formos, menos energia vital temos, quanto menos comida biológica ingerimos, menos energia vital temos etc. Fala-se ainda da medição possível de fazer da interação e influência que a nossa bioenergia tem nas pessoas que nos rodeiam, bem como explica que a nossa bioenergia reage à medida que alguém nos dirige atenção, mesmo que não estejamos conscientes disso.

No vídeo Korotov demonstra-se otimista para o futuro e afirma que este novo campo científico está provocando mudanças na educação da Rússia onde hoje se ensinam as crianças a reconhecerem estas energias, não como suspeita mas como um fato.
Fonte: Nerdices

Garoto de 13 anos quebra recorde mundial ao criar um reator nuclear

segunda-feira, 10 de março de 2014


O físico nuclear mais jovem do mundo é inglês e usou o dinheiro do Natal para iniciar seus primeiros testes nucleares

Se construir um reator nuclear na garagem de casa já era um fato fascinante (e um pouco perigoso), talvez você fique mais impressionado ao saber que um garoto de apenas 13 anos conseguiu realizar a mesma façanha esta semana – neste caso, dentro de uma escola. Mas esta conquista não foi feita sem sacrifícios por parte de Jamie Edwards, que utilizou todo o seu dinheiro de Natal para construir a máquina necessária para sua proeza científica, lhe garantindo um recorde mundial como a pessoa mais nova a realizar uma fusão nuclear.

A ambiciosa proposta do jovem cientista teve início alguns anos atrás com a compra de um contador Geiger, que serve para medir radiação. Pouco tempo depois, Edwards propôs ao diretor da sua escola a construção de um reator nuclear para iniciar suas experiências, recebendo um orçamento de 2 mil libras para ajudar no projeto. Com este dinheiro, o garoto inglês construiu um fusor Farnsworth-Hirsch, que usa um campo elétrico para a acelerar íons e realizar o processo de fusão nuclear.

O experimento e o recorde
Nos testes, Edwards colidiu dois átomos de hidrogênio, conseguindo hélio através de uma fusão nuclear. Mais especificamente, a máquina utilizada pelo garoto cria uma tensão elétrica entre duas partes metálicas, enquanto no centro há tubo com íons de carga positiva circulando pelo vácuo. Quando a tensão do aparelho cai, os íons ganham mais velocidade e se chocam no centro, fundindo-se em uma só partícula.

Todo o procedimento, no entanto, não é 100% seguro. Jamie comenta que a radiação pode ser contida com um pedaço de chumbo no caso de um acidente, e que, ao desligar o fusor, ele consegue parar a emissão da radiação. O maior problema seria o vácuo, que poderia fazer as partes de vidro do dispositivo quebrarem. Para evitar este problema, o garoto utilizou óculos protetores em toda a operação.

Com o sucesso de sua experiência, Edwards ganhou o título de “físico nuclear mais jovem”. A conquista pertencia antes a um garoto americano de 14 anos; mas Jamie, poucos dias antes de completar esta idade, correu contra o tempo para garantir o recorde. E, se depender do garoto, as “brincadeiras” não prometem parar por aí, já que ele pretende construir em seguida um mini colisor de hádrons.

Fonte: TecMundo




Conheça a sala na qual a internet nasceu

sábado, 8 de março de 2014


Localizada em um dos porões de UCLA, a sala 3420 Boelter Hall serviu como palco à primeira transmissão de dados feita via cabos...

A história da internet já foi tema de um de nossos infográficos, lembra-se? Fato é que identificar os momentos de maior relevância no correr de toda evolução da grande rede não é uma das mais desafiadoras tarefas... Mas de onde exatamente a primeira transmissão entre dois dispositivos remotos foi feita? Pintada na cor verde e ainda responsável por abrigar o primeiro “nó” ou “nódulo” criado, a sala mostrada pela imagem acima pode ser considerada um precioso ponto histórico.

Localizada em um dos porões da Universidade da Califórnia de Los Angeles (UCLA), a sala 3420 Boelter Hall foi o ponto de partida da primeira transmissão de dados feita via cabos de telefones. “Em quantas revoluções você pode pensar ao olhar para este recinto! Onde tudo começou? Esta é a máquina que deu o primeiro sopro de vida à internet, que a fez dizer suas primeiras palavras”, diz Leonard Kleinrock, cientista de computação do Centro Kleinrock para Estudos sobre Internet.

A primeira sílaba
Em 29 de outubro de 1969, os primeiros dois nódulos do aparelho Interface Message Processor (IMP) foram instalados: o primeiro, que tinha por função enviar a mensagem “LOGIN” via cabos, ficou cravado justamente na sala 3420 Boelter Hall, em UCLA. A segunda unidade do IMP foi instalada no Instituto de Pesquisas Stanford.

Mas a internet, assim como criança pequena, apenas balbuciou a palavra: somente a sílaba “LO” acabou chegando apropriadamente ao segundo nó, em Stanford. Uma hora depois, porém, os primeiros passos foram dados: a mensagem “LOGIN” chegou completa ao seu primeiro destino.


O sucesso da primeira transmissão de dados feita via cabos fez com que, já em dezembro de 1969, quatro nós fossem instalados EUA afora: IMPs passaram a existir então em UCLA, no Instituto de Pesquisas Stanford, na Universidade de Utah e também na Universidade da Califórnia. No ano de 1975, 57 IMPs já faziam parte da rede; em 1981, 213 nódulos ocupavam terras norte-americanas. E depois? Se você deseja conhecer em detalhes a história da gigantesca redes de computadores.

Fonte: TecMundo

6 previsões corretas feitas no passado sobre o futuro das TVs


Transmissões via satélite, conteúdo transmitido por streaming, gravação automática de programas etc. Veja o que o passado acertou sobre a TV do futuro...

1900 — John Elfreth Watkins Jr — Transmissão ao vivo via satélite
Em um mundo que não tinha nem aparelhos de televisão ainda, este homem foi capaz de prever que transmissões ao vivo de pessoas ao redor do mundo aconteceriam por meio de câmeras ligadas a “telas dos dois lados”, como ele mesmo descreveu, em uma publicação que trazia várias previsões para os próximos 100 anos.

Hoje em dia é fácil imaginar isso, já que esse sistema de transmissão é tão comum que nós nem paramos para pensar nisso. Porém, estamos falando do ano de 1900 — o aparelho de TV só seria patenteado e realmente lançado no mercado anos mais tarde. Ou seja, além de prever as transmissões, Watkins também acabou prevendo a própria TV e as câmeras de gravação.

1987 — Roger Ebert — TV em HD e monitores widescreen
O aparelho da imagem acima é um exemplo de TV que existia no final dos anos 80. Como é possível ver — e, se você é um pouco mais velho, vai poder se lembrar daquela época —, os televisores antigos tinham um aspecto bem mais quadrado do que as telas de hoje. Porém Roger Ebert previu, com precisão, que as TVs modernas seriam bem diferentes.

“Nós teremos televisores em alta definição e com telas widescreen” — foi assim que ele começou, em 1987, a falar sobre o que ele imaginava para a TV dos dias de hoje. Nesses dois aspectos ele acertou, mas o mais impressionante foi o que Ebert falou sobre conteúdo digital on-demand (veja no próximo tópico).

1987 — Robert Ebert — Conteúdo digital via streaming
Em uma época na qual a TV a cabo estava engatinhando ainda, este estudioso garantiu que o futuro reservava algo muito maior: a escolha de qualquer filme para ser visto a qualquer hora em casa. Isso soa muito parecido com o que é a Netflix, certo? A ideia de Ebert era a de que você não precisaria mais ir a locadoras, bastando escolher um vídeo em um acervo digital.

Como a internet ainda estava longe de ser popularizada — e, naquela época, não tinha nem a estrutura mínima para imaginar esse tipo de conteúdo —, Ebert previu que isso seria feito diretamente pela TV, usando um sistema de ligações para escolher a programação. De certa forma, isso se assemelha bastante também com os canais pay-per-view.

“Você não irá mais a uma videolocadora, mas em vez disso, vai pedir um filme pela TV e então pagar por isso”. Isso soa exatamente como sistemas de streaming e canais pay-per-view ilimitados, porém foi dito em 1987.

1989 — "De Volta Para o Futuro II" — Vários canais ao mesmo tempo
Se você hoje liga a TV e tem à disposição centenas canais de TV para assistir, saiba que nem sempre foi assim. As televisões em 1989 tinham um número bem limitado de opções e mesmo as TV a cabo ainda não possuíam a quantidade de emissoras que existem hoje. Por isso, quando Marty McFly viaja para o futuro, liga a TV e encontra centenas de opções, isso era uma novidade para a época.

Porém, mais do que a quantidade de opções, outro ponto que o filme previu para o futuro foi que seria possível assistir a mais do que um canal de uma só vez. As SmartTVs e vários serviços de TV a cabo possuem essa tecnologia e você pode simplesmente dividir a tela da sua televisão em duas ou mais partes para assistir canais simultaneamente.

1989 — Malcolm Abrams e Harriet Bernstein — TiVo e controle de programação
Muito popular nos EUA, o TiVo é uma marca de gravador digital que permite que você assista a TV pausando e passando para frente ou para trás o conteúdo, mesmo que seja ao vivo. Além disso, ele grava os seus programas favoritos e permite que você os veja depois. Em 1989, Malcolm Abrams e Harriet Bernstein escreveram um livro chamado "Future Stuff" que já previa que isso aconteceria.

Neste livro, eles preveem um sistema que é chamado de SmarTV — diferente da SmarTV atual — que aprende quais programas você mais gosta e grava-os para que você os veja mais tarde. Além disso, a descrição dada para esse sistema lembra bastante um menu de TV a cabo, no qual você pode ver a sinopse dos programas e escolher o que quer ver.

“Você não precisa tocar em uma fita de vídeo ou aprender a programar o videocassete” — para a época, essa previsão era o sonho de qualquer pessoa que quisesse ver os seus programas favoritos em um outra hora.

1989 — Malcolm Abrams e Harriet Bernstein — Televisões de tela plana
Se você não lembra ou não chegou a viver nessa época, a imagem acima mostra o que uma “TV de tela plana” queria dizer por volta de 1989. Porém, Abrams e Bernstein no livro "Future Stuff" previram que isso iria mudar drasticamente, mesmo que a tecnologia daquele período indicasse o contrário.

“Uma TV tão fina que pode ser pendurada na parede como um quadro? Não se surpreenda se uma dessas estiver na sua sala ainda na década de 90”. O cumprimento disso demorou um pouco mais do que o previsto, mas hoje dificilmente é possível encontrar TVs que não sejam totalmente planas e penduráveis.

Fonte: TecMundo

Adolescente de 12 anos usa LEGO para criar impressora Braile

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014


Sistema custa cerca de 20% do valor gasto para a aquisição de uma impressora comum para esse tipo de finalidade...

Um garoto de apenas 12 anos está mostrando ao mundo que não existe idade certa para serem iniciados os estudos sobre tecnologia. Shubham Banerjee vive em Santa Clara (nos Estados Unidos) e acabou de criar uma impressora Braile com peças de LEGO Mindstorms, sendo que ela possui funcionalidades completamente aplicáveis à realidade.

Shubham Banerjee gastou US$ 350, menos de 20% do que seria gasto por uma impressora comum, que gira em torno dos US$ 2 mil. Além das peças de LEGO Mindstorms, também há algumas outras adicionais, como é o caso do rolo de papel de calculadoras. Com os braços robóticos, a impressora é capaz de mover os módulos responsáveis pela perfuração do papel, podendo criar cartas completas em menos de 10 segundos.

Banerjee acredita que seu projeto pode ajudar pessoas a criarem suas próprias impressoras Braile, principalmente em países que estão em desenvolvimento e que precisam de soluções mais baratas do que as disponíveis no mercado atualmente. Ele afirma também que, como as peças são muito simples, a manutenção dos equipamentos deve ser muito mais barata do que a de qualquer outra impressora.

Vale dizer que ele criou o projeto para apresentá-lo em uma feira de ciências de sua escola — ele cursa a sétima série do ensino fundamental —, mas percebeu que suas experiências poderiam ser compartilhadas e levadas adiante para ajudar as pessoas. Segundo o GigaOm, ele agora planeja disponibilizar o código de programação necessário para fazer com que qualquer pessoa consiga alterar o software para melhorá-lo de acordo com suas necessidades.

Veja o vídeo abaixo:
Fonte: Tecmundo

Você se acha rápido no teclado?


Se você acha que é rápido no teclado, veja esse coreano jogando...

Depois desse vídeo, você vai entender por que muitos saem da sala ao ver que o oponente será um coreano.

Veja o vídeo abaixo:

Fonte: TecMundo

Bill Gates perde para o melhor do mundo em 71 segundos

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014


O fundador da Microsoft sabe tudo de computação, mas nem "assustou" o norueguês Magnus Carlsen, melhor jogador de xadrez do mundo...

E se fosse ao contrário. Magnus ia dar conta de programar?
Fonte: IradoHox



 
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